sábado, 17 de junho de 2017

ALIMENTO DA ALMA



Alimento a minha alma
na nobreza que ela tem,
qual pirilampos buscando,

Sempre a caminho do bem.
Por esse risonho encanto,
eu procuro em todo canto
olho e não vejo ninguém!












quinta-feira, 15 de junho de 2017

OS DOIS IRMÃOS — A história de Anepu e Batau




















Senhoras e senhores e demais público! É com muita alegria que anuncio o mais recente rebento da minha modesta lavra, Os dois Irmãos — A História de Anepu e Batau! A obra tem por base um conto Egípcio escrito em papiro e descoberto em 1852, no museu da Inglaterra. O papiro está assinado pelo escriba Anana, período da 19ª dinastia dos Faraós (1200 a.C.).
Aqui narrado em 73 estrofes setilha de Cordel, com ilustração de Nireuda Longobardi e publicado pela Edicon.  Abaixo, as estrofes inicias:

Nos alinhavos dos versos
Teço na mente um sarau.
No seio da realeza,
Gesta de primeiro grau,
Clareio a minha memória
Para narrar a história
De Anepu e Batau.

História que foi contada
Para o príncipe herdeiro,
De nome Seti Mernefta,
Na sucessão o primeiro.
Miamum, o seu genitor,
Anana, o preceptor,
E razão deste roteiro.

Há mais de trinta e dois séculos,
Como um bom educador,
Anana contava história
Para o pequeno senhor,
O primeiro na fileira,
Do Egito, nação guerreira,
Seu futuro imperador.

Dos personagens narrados
Aqui em versos, por mim,
Uma mulher enfeitiça
O seu cunhado e, por fim,
Com ódio e paixão teimosa
Numa trama curiosa,
Cujo começo é assim:

— Eram dois irmãos unidos,
Sendo o Anepu casado.
Batau, mais jovem e solteiro,
Pela cunhada, tentado
Com afã nada indiscreto,
Porém ele agiu correto,
Neste dilema narrado.

(...)

Batau ficou assustado
Temendo a situação,
Ao perceber o intento
Da mulher do seu irmão,
Com um olhar diferente,
Como se fosse corrente
Atando seu coração.

Expondo maldosamente
O seu corpo escultural,
Embelezando os cabelos
Com destreza sensual.
De forma desinibida,
Ela o abraça e convida
A um ato de amor carnal.

Contatos com o autor:
pedromonteirocordel@gmail.com
https://pedromonteiro-cordel.blogspot.com.br/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

AMOR À NATUREZA

Quero amar a natureza
Pelo mister que ela tem.
Numa ação humanitária,
Solicitude de quem
Com a face da bondade,
Promove a felicidade
Para ser feliz também.

Como pode meu senhor
O homem não ter noção
Que destrói nosso planeta
Em nome da construção!
E depois ainda enseja
A caminho da Igreja,
Clamando por salvação!

Nos ditos do livro santo,
Dos que ouço e tenho lido,
Seria bom que tivesse
Um termo constituído:
—“Proteger a natureza
É um gesto de grandeza
E também ser protegido”.


 PedrO MonteirO

terça-feira, 30 de maio de 2017

ABRAÇO


Candura e delicadeza
Por um abraço trocado,
Afinidade e grandeza
De quem faz nobre tratado,
Pela tinta da emoção,
No papel do coração,
Carimbo e rogo firmado.



PedrO MonteirO

LUZ


Pelas estradas da vida
Eu rogo com alegria
Que Deus esteja presente
Guiando o seu dia a dia
Nos caminhos da verdade,
Bendita felicidade,
À luz da sabedoria.


PedrO MonteirO

segunda-feira, 29 de maio de 2017

ALENTO DA MIRAGEM


O tempo passa e eu fico
Contigo no pensamento.
Procuro dentro do espelho
Na lupa do sentimento
E se vejo a tua imagem,
O mistério da miragem
Acaba meu desalento.


PedrO MonteirO

sexta-feira, 19 de maio de 2017

EQUÍVOCO

Não é prudente embarcar
Em nave de ocasião,
Para não se lastimar,
Depois de referendar
Mais um político ladrão.


PedrO MonteirO